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quinta-feira, 5 de março de 2009

INÍCIO DO ANO LETIVO...

Com o início do ano letivo, vem o sentimento de entusiasmo, expectativa, curiosidade e o medo da mudança, por parte dos alunos novos. Já os alunos mais calejados, os “veteranos” vêem a expectativa do reencontro, novidades e os novos conhecimentos.

Cabe à escola recepcionar esses alunos, priorizando a afetividade, socialização, preparar um ambiente acolhedor e seguro aos alunos e pais.

Professores, a vocês cabe a difícil tarefa de lidar com as diferenças, respeitar as individualidades, o jeito de ser de cada um.

Temos que levar em consideração, as sábias palavras de Piaget, “em qualquer etapa da vida de um ser humano, a construção da aprendizagem depende das etapas anteriores.”

Lembrem-se, as crianças não esquecem o que aprendem com prazer, e depende da sensibilidade e dedicação dos adultos que a cercam, para que tenham um bom desenvolvimento.

Não podemos deixar de lado a importância da família neste processo de educação e aprendizagem, cabe a ela, família, valorizar a escola e incentivar os filhos a participar ativamente da vida escolar. A família deve passar confiança e credibilidade na escola, deve participar da vida escolar, sabendo das metodologias e rotinas da escola.

O grande desafio da educação: preparar nossos filhos para a vida, e todos fazem parte desse processo, família, escola e alunos, enfim a sociedade como um todo.

Marcelo

terça-feira, 3 de março de 2009

PRESERVE A NATUREZA:


A FORMA DE DIZER A VERDADE

Recebi este email de um amigão, já conhecia a história, mas não tinha a história redigida, e vale a pena divulgar...
Vale a pena refletir...

A FORMA DE FALAR A VERDADE
"Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho. "Que desgraça, senhor!", exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!" "Mas que insolente!", gritou o sultão. "Como se atreve a dizer tal coisa?!" Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas. Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.
O outro sábio chegou e disse: "Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!"A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio. Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio: "Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega!!! No entanto, ele levou chicotadas e você, moedas de ouro!"
Respondeu, então, o sábio: "Lembre-se sempre, amigo, tudo depende da maneira de dizer as coisas..." Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos. Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, porque as palavras têm força, têm poder. Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou guerra. A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença.
Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam, que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhor nas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho! "

Boa semana!

Obrigado Daniel por remeter essa msg!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Você está demitido!

Você Está Demitido
(Stephen Kanitz)
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e adiretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, oseconomistas americanos prevêem uma recessão, com grande alarde na imprensa.
A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelonão, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizaresse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestradode administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colegaao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio dotrigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porquenossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano,já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetossociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar".
É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitasaté premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse: -Levante-se e saia da sala.
-Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colegacomeçou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio erasepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhumadeficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas emWashington meteu medo em todo mundo.
Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente ésempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilhaeletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas.
É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de jurospara 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagarpelas conseqüências.
Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos depolítica monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estarádespedindo pessoas e gerando uma recessão.
Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise,criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão.
A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada. O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordaspara não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras,conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé.
Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio. Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficarapavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas.
Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto,sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanosvêm em último lugar.
Artigo Publicado na Revista Veja, edição 1726, ano 34, nº45, em 14 de Novembro de 2001.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Meu Nome é Felicidade

Meu nome é Felicidade
Por Osvino Toillier



Faço parte da vida daqueles que tem amigos, pois ter amigos é ser feliz. Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você, pois viver assim é ser feliz! Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é dádiva, por isso chamado presente. Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do Amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.
Eu sou casada sabiam? Sou casada com o Tempo. Ah! O meu marido é lindo! Ele é responsável pela resolução de muitos problemas.
Ele reconstrói corações, ele cura machucados, ele vence a Tristeza. Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos: a Amizade, a Sabedoria e o Amor.
A Amizade é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera, alegre. Brilha como o sol e une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar. A do meio é a Sabedoria, culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao Pai, o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!
O caçula é o Amor. Ah! Como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes só quer morar em um único lugar. Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para morar em dois corações, não em apenas um. O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos, eu chamo logo o pai dele, e aí o Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu!
Uma pessoa muito importante me ensinou uma coisa: tudo no final sempre dá certo, se ainda não deu, é porque não chegou o final. Por isso, acredite sempre na minha família. Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e, principalmente, no Amor. Aí, com certeza um dia, eu, a Felicidade, baterei à sua porta! Tenha Tempo para os Sonhos. Eles conduzem sua carruagem para as Estrelas.
Bela metáfora, não? A aceleração da história que vivemos hoje em dia impede que vivamos a poesia que está embutida no tempo. Pena é que nos preocupamos com tantas coisas que não estão na freqüência destes valores imateriais e imensuráveis. O mundo de hoje volta-se perigosamente para o sucesso, a aparência, vendendo ilusões nas quais em que nem ele mesmo acredita. E, para completar, prega-se a religião da prosperidade, e as pobres criaturas, desoladas e desesperançadas, acreditam, como se a gente pudesse manipular a Deus.
Daí o vazio existencial com que muita gente se defronta e parte desesperadamente em busca de algo que possa preencher este espaço inquietante onde se alojam tantos fantasmas, porões e sótãos que não se tem coragem de visitar, porque escondem conteúdos assustadores. A vida é bonita, basta a gente ter ouvidos atentos, para ouvir e entender estrelas, diz o poeta e se deixar embalar por toda a poesia que flutua ao nosso redor, apesar das lágrimas que embaciam nossos olhos, mas não para sempre, porque o milagre da ressurreição nos devolve a alegria. E não esqueça: tenha tempo para seus sonhos, porque eles conduzem sua carruagem para as estrelas!

Novo ano, e vale a reflexão...

Cada dia é o dia do julgamento, e nós, com nossos atos e nossas palavras, com nosso silêncio e nossa voz, vamos escrevendo continuamente o livro da vida. A luz veio ao mundo, e cada um de nós deve decidir se quer caminhar na luz do altruísmo construtivo ou nas trevas do egoísmo. Portanto, a mais urgente pergunta a ser feita nesta vida é: o que fiz hoje pelos outros”?

Palavras sábias de Martin Luther King, que remetem à reflexão sobre como vivemos nossa vida

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

DEIXE AS DESCULPAS DE LADO

Para muitas pessoas que venceram na vida, o fato de serem pobres foi o combustível que as conduziram ao seu destino, ao seu sucesso. Henry Ford veio de uma infância muito pobre. Para ele isso não foi obstáculo. Ao contrário, foi uma força motivadora. No ano que inventou o carro popular da época, o Ford T 1927, vendeu mais de 15 milhões de unidades. Silvio Santos, filho de imigrantes gregos não nasceu num palco tampouco nasceu rico... Começou a vida imitando um camelô da Avenida Rio Branco no Rio de Janeiro, vendendo carteirinhas plásticas porta-título de eleitor. Thomas Alva Edison, o inventor da lâmpada elétrica era filho de um operário de ferro-velho e começou a trabalhar com 12 anos vendendo jornais. Não bastasse o fato de ser pobre, foi expulso do colégio porque seus professores achavam que ele não tinha capacidade mental para o aprendizado. Diante de tantas histórias reais que aprendi a respeitar, chego à conclusão que ser pobre não justifica o fato de não conseguir sucesso. Uma dona-de-casa, abandonada pelo marido, que consegue trabalhar fora, cuidar da casa e criar os filhos, todos no bom caminho é um tremendo sucesso. Precisamos definir na verdade o que é o sucesso. Nem sempre sucesso é dinheiro em caixa. O que dizer então de deficiência física? Beethoven alcançou mais realização depois que ficou surdo... Já imaginou criar a 9ª sinfonia sem ao menos poder ouvir a própria música? O segredo é livrar-se dos vícios de estimação. Nem todos querem se livrar de seus vícios. Há pessoas dependentes de seus cônjuges, pais dependentes dos filhos, filhos dos pais, até de amigos... Procure fazer bem feito da primeira vez, tudo o que fizer... O que é mal feito não tem futuro... O que é bem feito não tem fronteira! Conheço pessoas que “repetiram de ano” cinco vezes no Primeiro Grau (nós chamávamos ginásio) e hoje são empresários de sucesso, gerando milhões em dinheiro, gerando empregos e impostos. Pessoas que romperam à barreira e criaram novos paradigmas. Não vale dizer que tiveram sorte ou foram exceções... Até porque a sorte só acompanha quem trabalha. São pessoas que remaram contra a maré sim... Mas se você pesquisar, vai descobrir que apenas 18% das fortunas do Planeta Terra vem de pai para filho. O resto, 82%, vem do absolutamente nada. E você? O que está esperando para se colocar em ação? Lembre-se, criatividade não é apenas gerar coisas novas... É também abandonar coisas velhas.