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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Ultrabook Dell Inspiron 14R com tela touch já está à venda no Brasil



O ultrabook Dell Inspiron 14R com touchscreen já está à venda no Brasil. O computador tem tela LED HD de 14 polegadas com resolução de 1366 x 768 e o acabamento em alumínio escovado.

A configuração com display sensível ao toque é opcional e está disponível a partir de R$ 2.599 na loja virtual da Dell. Este modelo vem com processador Intel Core i5 3337U, placa de video Nvidia GT625M com 2 GB de memória, 6GB de RAM, disco rígido de 1 TB e gravador de DVD/CD. O notebook, equipado com Windows 8, vem ainda com Office Trial e McAfee Security Center. A versão com Intel Core i7-3537U sai um pouco mais caro, por R$ 2.999.

O Inspiron 14R tem 2,54 milímetros de espessura e pode pesar 1,97 kg, com bateria de 4 células, ou 2,12 Kg, com bateria opcional de 6 células. O computador tem duas duas saídas USB 3.0, além de outras duas USB 2.0.

As duas versões contam com RJ45 Ethernet, leitor de cartão 8 em 1, conexão para fone de ouvido, HDMI 1.4, webcam e Bluetooth 4.0. Ainda de acordo com a fabricante, a bateria do Ultrabook é de longa duração e sua autonomia é de até sete horas na versão mais potente.


Publicação: 18/04/13 Techtudo

sexta-feira, 22 de março de 2013

Viagem Presidente Dilma a Roma

Dilma opta por hotel. Comitiva usa 52 quartos e 17 carros

A viagem de três dias da comitiva da presidente Dilma Rousseff para a missa inaugural do papa Francisco, em Roma, envolveu o aluguel de 52 quartos de hotel e 17 veículos, segundo informações obtidas pela Folha.
Dilma, quatro ministros, assessores mais próximos e seguranças se hospedaram no hotel Westin Excelsior, na Via Veneto, um dos endereços mais sofisticados de Roma, num total previsto de 30 quartos.
Um deles foi transformado em escritório para a Presidência da República.
A diária da suíte presidencial custa cerca de R$ 7.700, enquanto o quarto mais barato fica por R$ 910.
Os outros 22 quartos, para pessoal de apoio, ficaram em local próximo.
A presidente não quis ficar na residência oficial da Embaixada do Brasil, instalada num amplo palacete no centro histórico de Roma e que costuma receber mandatários do país.
Foi o caso do ex-presidente Lula, em 2005, quando participou do funeral do papa João Paulo 2º.
Segundo a assessoria da Presidência, Dilma prefere hotéis por facilitar a rotina de trabalho.

No caso específico de Roma, outro motivo é que a representação brasileira está temporariamente sem embaixador.
Já a frota alugada inclui sete veículos sedan com motorista, um carro blindado de luxo, quatro vans executivas com capacidade para 15 pessoas cada, um micro-ônibus e um veículo destinado aos seguranças.
Apenas para o transporte de bagagens e equipamentos, Dilma contou com um caminhão-baú e dois furgões.
A presidente chegou no domingo à tarde em Roma, quando aproveitou para visitar duas igrejas históricas.
Anteontem, visitou uma exposição do pintor italiano Ticiano, se reuniu com o ex-ministro de Lula José Graziano da Silva, diretor-geral da FAO (organização da ONU para agricultura e alimentação) e com o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, que está em fim de mandato.
Ontem, Dilma participou da missa inaugural de Francisco e se reuniu brevemente com o presidente da Eslovênia, Borut Pahor, país europeu de cerca de dois milhões de habitantes.
Também teve uma breve reunião com a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que não estava prevista e durou cerca de 15 minutos.
O teor da conversa não foi revelado.
Hoje, Dilma terá uma reunião bilateral com Francisco pela manhã e logo embarca de volta para o Brasil. (FABIANO MAISONNAVE - Folha)

QUE BRASIL É ESSE QUE NÃO CONHEÇO??? 
UM QUARTO = R$ 910,00 e o salario minimo???

quarta-feira, 13 de março de 2013

Google anuncia o fim do Google Reader


Após algum tempo sem trazer qualquer novidade para o produto, o Google anunciou que irá descontinuar o desenvolvimento do Google Reader, sua ferramenta online e gratuita que funcionava como leitor de feeds (RSS).

“Existem duas razões simples para isso: uso do Google Reader diminuiu, e como uma empresa, temos que derramar nossa energia em menos produtos”, explicou Alan Green, Engenheiro de Software.
O buscador informou ainda que o Google Reader ficará no ar até 01 de julho, antes do desligamento definitivo. “Se você quiser obter seus dados, incluindo assinaturas, você pode baixá-lo através do Google Takeout“.

Atualização: O Google também anunciou o desligamento de outros produtos: Apps Script, CalDAV API, Google Building Maker, Google Cloud Connect, Google Voice App for Blackberry, Search API for Shopping e Snapseed Desktop para Macintosh e Windows.

O poder da autoconfiança


Com este domínio, desenvolvemos a liberdade e a autonomia para arriscar, ir até os limites e fazer as mudanças necessárias em qualquer lugar.

A história a seguir é real e gosto muito de contá-la, pois mostra a importância da autoconfiança no desenvolvimento da carreira e conquista do seu espaço. Uma média empresa de consultoria de São Paulo, com aproximadamente 200 funcionários, realizava a cada duas semanas uma reunião geral com todos os seus 8 diretores. Um deles chamava-se Getúlio e era conhecido entre os colegas como ‘o mala’. Ninguém gostava dele porque ele tinha a mania de procurar ‘pelo em ovo’, ou seja, quando o grupo já tinha tomado uma decisão, ele sempre levantava um ponto: “Acho que não discutimos isso o suficiente” e fazia todo mundo voltar a debater o assunto. Uma reunião com o Getúlio levava sempre mais tempo, até uma hora a mais. Getúlio, ‘o mala’.

Nesta época, eu dava consultoria para esta empresa e uma vez um dos sócios me disse que pensava em dispensar o Getúlio. Perguntei por que ele faria isso e ele respondeu laconicamente: “Não precisamos de gente como ele aqui. Precisamos de pessoas que jogam junto, como um time e não do contra, como ele”. Então, fiz outra pergunta: “Alguma vez o Getúlio levantou uma questão que, depois de discutirem mais, vocês mudaram a decisão e a nova decisão acabou se provando melhor?” Ele respondeu que sim, inclusive mais de uma vez.

“Bem”, completei, “acho que o Getúlio é a pessoa mais importante que você tem na sua equipe". Ele parece ser o único que não se sujeita a votar pela maioria. Ele tem uma opinião própria e não tem medo de manifestá-la e lutar por ela. Isso é raro nas empresas. Normalmente as pessoas têm medo de serem diferentes, ou pior, não conseguem enxergar o que está na cara delas. Quando você encontra uma pessoa que vê o que ninguém viu, precisa mantê-la a todo custo, pois ela pode abrir os olhos de quem só tem uma visão da coisa.

Ele refletiu e acabou cedendo ao meu argumento. Getúlio continua lá, depois de quase 10 anos deste episódio. Mas a história não acaba aqui. Há dois meses encontrei o Getúlio e fomos tomar um café. Ele está muito contente na empresa, como responsável pela área de novos produtos. Apenas neste momento mencionei o que havia acontecido naquela ocasião. Ele ficou espantado, não sabia de nada e me agradeceu muito. Então, perguntei a ele: “Você não tem medo de ficar falando as coisas assim, na lata, sem se importar se vai agradar ou não? E se eu não estivesse lá? E se eu não intercedesse a seu favor? Você poderia ter perdido o emprego!”. A resposta foi surpreendente e representou uma grande lição para mim:
“Sabe o que é, Marcos? Eu não estou muito preocupado com emprego, não. Posso ter muitos defeitos, mas sou muito bom no que faço. Sei disso porque já recebi muitas ofertas para ir para o concorrente. Se eu tivesse perdido o emprego, sei que no dia seguinte já estaria empregado de novo, talvez até com um salário melhor. Só que eu gosto daqui, me sinto bem com as pessoas, sei que posso fazer a diferença e é exatamente por me importar que quero continuar.”

Trocamos mais algumas ideias e nos despedimos com o compromisso de mantermos contato. Enquanto via ele sair, pensei em como é importante o autoconhecimento, saber do que somos capazes, conhecer nossas limitações e potencialidades. É com este domínio que desenvolvemos a autoconfiança que nos dá liberdade e autonomia para arriscar, ir até os limites e fazer as mudanças necessárias em qualquer lugar.
 
Marcos Hashimoto é doutor em Administração pela EAESP-FGV, professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo da FAAP e pesquisador do Mestrado Profissional da Faccamp.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Era uma vez...

ERA UMA VEZ...

Aos 10 anos: Joãozinho vendeu o seu estoque de balas. Pedrinho tirou nota 10 na prova. Quem foi o mais parabenizado?

Aos 15 anos: Joãozinho pensa em ser um grande empreendedor na indústria de video games. Pedrinho diz que será empregado do governo. Quem é chamado de alienado?

Aos 30 anos: Joãozinho expande a sua empresa de CALL CENTER por várias cidades do País. Com um excelente currículo, Pedrinho trabalha na empresa do Joãozinho. Alguém ainda lembra dos adjetivos usados nos anos anteriores? Já começaram a esquecer...

Aos 45 anos: Joãozinho vende a sua empresa para uma multinacional por algumas dezenas de milhões. Pedrinho foi promovido, mas fica preocupado com a sua aposentadoria. Quem foi o mais parabenizado mesmo?

Empreender é remar contra a maré, na certeza de que o caminho certo é o contrário do que os outros estão seguindo. É sentir-se elogiado pelas críticas dos convencionais que seguem a boiada e não se iludir com as adulações dos puxa sacos depois que tudo deu certo.

FIM

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Principio do inventario geral

Sabemos que existem alternativas. Sabemos também que o processo de inventário rotativo é muito mais sensato e produtivo, pois:
  • A ênfase esta na eliminação das causas, não das conseqüências;
  • Como processo contínuo, está sempre se aperfeiçoando;
  • Pessoas continuamente praticando contagens produzem melhores resultados;
  • O processo acaba sendo mais barato, na medida em que não provoca picos de custos.
No entanto, infelizmente, muitas empresas ainda não implementaram os procedimentos de inventário rotativos, de forma que seus colaboradores estão atrelados obrigatoriamente à realização do inventário geral, tradicionalmente exigidos pelas auditorias contábeis.

Princípios

O inventário geral deve ser tão rápido e correto quanto seja possível. Alias, devidamente organizado, o inventário geral pode ser muito menos incomodo e doloroso do que se imagina, mas para que isto aconteça a chave do sucesso é planejamento e preparação.
É fundamental que haja uma pessoa encarregada de todo o processo, assegurando que tudo seja realizado conforme previsto. As áreas envolvidas, tais como contabilidade, logística, produção, qualidade e aquisição também devem estar devidamente envolvidas e representadas.
Recomenda-se que o planejamento de todo o processo de inventário inicie aproximadamente dois meses antes do evento de contagens, não porque as atividades exigem todo este tempo para serem executadas, mas porque é preciso reconhecer que os envolvidos não se dedicam exclusivamente a este processo em tempo integral, pois na realidade têm outras rotinas por executar.
Investir na organização traz dividendos, na medida em que um procedimento formalizado para o inventário geral, que se aperfeiçoa ano a ano, agrega as lições aprendidas dos processos anteriores. Com este propósito são usados, tradicionalmente, formulários para as contagens físicas. Nestes, simplicidade é fundamental, para que usuários compreendam facilmente o que se espera apurar. Atualmente, formulários impressos em computador ou em gráficas, funcionam bem, mas contagens suportadas por coletores (tipo batch, fixos ou por radiofreqüência) são alternativas mais modernas. Naturalmente, cada qual tem suas vantagens: Baixo investimento e simplicidade são vantagens para o processo tradicional, enquanto consistência e produtividade são benefícios críticos quando o esforço requerido é muito maior.
Os itens, os locais e os contadores devem estar bem identificados. As somas não são realizadas pelos contadores, isto será feito mais tarde. Se o processo for baseado em papel, um excedente deve ser previsto para evitar ter que sair correndo para providenciar mais fichas durante a contagem. Os relatórios também precisam ser previstos, em particular a totalização da diferença monetária entre o saldo contábil e o saldo físico efetivamente apurado; bem como as diferenças dos saldos em quantidades, por material (SKU), local (endereço) e até mesmo lote, se possível. Outros relatórios podem complementar o processo, dependendo de necessidades e interesses específicos.

Preparação

Os envolvidos deverão discutir previamente todo o processo, identificando riscos potenciais e resolvendo as lacunas. Algumas das providencias mais usuais na fase de preparação são:
  • Assegurar que o deposito esteja limpo e organizado na ocasião do inventário.
  • Remover, segregar e identificar todo material obsoleto.
  • Verificar que todas as locações estejam bem identificadas
  • Agrupar os mesmos materiais, tanto quanto possível.
  • Unitizar previamente o material em pacotes ou embalagens lacradas, quando viável.
  • Providenciar para que o material esteja corretamente identificado, com código e/ou descrição.
  • Comunicar a todos os interessados que os recebimentos e entregas serão interrompidos (portas fechadas).
Também deve ser programado treinamento, tanto para os lideres, que usualmente são aquelas pessoas que estão mais familiarizados com as particularidades dos produtos, como para o pessoal operacional. Estes líderes apóiam todo o processo, respondendo perguntas, resolvendo problemas e auxiliando a identificar materiais e locações.

O Grande dia chegou

Os contadores devem entender a importância das duas contagens, que devem ser independentes e cegas. Geralmente recomenda-se que a primeira contagem seja concluída antes que a segunda se inicie, mas pode ser avaliado o contrário. Caso as duas contagens não coincidam, será preciso enviar um terceiro contador. Caso a terceira contagem não coincida, então será preciso enviar o líder ou até mesmo o supervisor do processo in-loco. Quando terminarem todas as contagens, os contadores poderão ser liberados, no entanto os lideres permanecerão algum tempo mais, executando o rescaldo do processo.
Alguns dias após o encerramento das apurações será oportuno repassar as lições aprendidas durante o processo do inventário geral. Nesta ocasião, a equipe poderá analisar e refletir em conjunto sobre algumas perguntas críticas, tais como:
  • O que funcionou e o que não funcionou?
  • São necessárias alterações nos formulários?
  • Tivemos problemas de localização?
  • Problemas na identificação dos materiais?
  • As reconciliações foram realizadas sem dificuldades?
  • Houve maiores percentagens de recontagens em alguns casos específicos?
  • As decisões foram tomadas em tempo?
  • O treinamento foi efetivo? O que poderia melhorar?
  • Tivemos dificuldades com os relatórios?
  • Alguém solicitou alguma informação que não constava nos relatórios?
  • Alguém deixou de ser comunicado ou envolvido?
  • Houve reclamações? Quais?
  • Algumas melhorias podem ser feitas no procedimento?
Enfim, como vimos, o processo de inventário geral não precisa ser um pesadelo, temido por todos. Também não pode ser subestimado, pois são diversos os detalhes e riscos envolvidos. Com planejamento, preparação e controle a probabilidade do sucesso aumenta significativamente. Sem, pode ser o fracasso líquido e certo.


fonte:  http://www.danielgasnier.com/principios-do-inventario-geral

Educação: Aulas enlatadas

Recebi de um amigo essa materia e achei interessante:
fonte: http://www.rodrigovianna.com.br/outras-palavras/aulas-enlatadas-e-os-rumos-da-educacao.html


Aulas enlatadas: para onde caminha a política educacional brasileira?
Da CartaCapital

Há décadas o mundo curvou-se ao prêt-à-porter, ao fast-food, à intensidade consumista e assim foi se acostumando com a rapidez com que o tudo pronto, o nem sempre necessário, o efêmero se impõem à nossa vida.

Enlatam-se frutas, sopas, carnes e tudo que couber em belas embalagens que, com a força de uma boa campanha publicitária, virarão dólares, mesmo com gosto pasteurizado ou sem sabor.

Aulas não se podem enlatar. Ou podem? O Ministério da Educação anunciou nos últimos dias que comprará aulas semi-prontas, industrializadas, uma espécie de modelo tamanho único para ‘auxiliar’ pedagogicamente os professores. (Dilma convida professor norte-americano Salman Khan para parceria em projeto na educação básica, Agência Brasil, 16/01/2013 – 19h10).

As aulas do professor Khan foram muito bem compostas por sua finalidade inicial: auxiliar sua prima, que morava distante, a compreender matemática. Ambos dialogavam pela internet e assim, neste processo de mediação, permeado pelo conhecimento recíproco e pela afetividade, foram compondo aprendizagens. Afinal, Khan deveria conhecer a sua prima para ensiná-la. Como afirma Snyders: para ensinar latim a João é preciso conhecer latim e conhecer João.

A aula é uma prática social realizada numa condição historicamente situada, que envolve uma dinâmica de contextualizações e atualizações, que não se faz numa única direção de injetar conteúdos prontos; a aula se faz a partir de mediações e atribuição de sentidos e significados entre estudantes e professores.

A aula não pode estar pronta antes do encontro professor-estudante, portanto, não pode vir enlatada. Transmitir conteúdo não representa dar aula. A aula é o meio utilizado pela escola para a formação de pessoas, é o momento em que, para aprender, é necessário que o estudante incorpore o conteúdo a seu nível de significado e a função do professor é de identificar diferenciados processos de compreensão, dúvidas, hipóteses dos estudantes, saberes envolvidos no ciclo ensinar/apreender, colaborando para as possibilidades de articulações com outras aprendizagens. O professor começa a construir a aula com o aluno antes de encontrá-lo, mesmo na modalidade a distância.

Sabemos qual a equação para a melhoria da qualidade da educação brasileira: boa formação de professores, condições dignas de trabalho, adequado ambiente escolar e capacidade de gestão democrática das equipes dirigentes.

Medidas como essa em questão contrariam a luta histórica de educadores contra a importação de modelos educacionais e a favor de uma política educacional brasileira, comprometida com as nossas necessidades e possibilidades.

Felizmente o professor Khan recusou o convite. No entanto, assusta-nos que nossas lideranças não tenham considerado questões fundamentais, pontuadas pelo convidado.

Esse convidado apoiado em seu bom senso recusou o convite. Outros não recusarão. Alertemo-nos: a recusa não significa que Dilma mudou de ideia. Assim permanece nossa tensão sobre a próxima fórmula mágica que se buscará para equivocar nossa educação!

Quando parece que estamos avançando no campo da Educação retrocedemos com escolhas tão contraditórias. É frustrante! Fica a pergunta: para onde está caminhando a política educacional brasileira?

*As autoras Maria Amélia Santoro Franco (Unisantos), Marineide Gomes (Unifesp/EFLCH), Cristina Pedroso (USP/FFCLRP) e Valéria Belletatti (Instituto Federal de São Paulo) são doutoras em Educação e integrantes do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Formação do Educador (GEPEFE-FE) da USP